segunda-feira, 29 de junho de 2009

Rede de Cooperação Técnica


Ao se falar de Urbanismo, termo abstrato que na realidade não pode ser resumido em apenas uma ciencia e sim num complexo, se fala em trabalho colaborativo já que necessitamos de trocas de idéias, de experiencias, de pontos de vista essenciais ao urbano. Organizar uma rede é colocar uns em contato com outros.
O desafio está lançado

quinta-feira, 25 de junho de 2009

TerraSIG o Sistema de Informações Geográficas do Ministério das Cidades

O TerraSIG é um aplicativo desenvolvido em cima do TerraView 3.3.0 (com a bilbioteca TerraLib) e tem a capacidade extendida para criação (PI) e edição de vetores e processamento de imagens. Junto com o GeoSNIC (servidor de mapas via web - WMS) faz parte do programa do Sistema Nacional de Informações das Cidades - SNIC do Ministério da Cidades.
O PROEXT MEC/CIDADES abrange projetos de extensão universitária, com ênfase na capacitação de agentes públicos e sociais e no desenvolvimento de ações de apoio ao setor público municipal e estadual que visem ao desenvolvimento institucional e à implementação de sistemas de informações que permitam a elaboração de planos e projetos de desenvolvimento urbano, conforme as disposições do Estatuto da Cidade e na perspectiva da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.
Projeto do Proext: Capacitação em Geoprocessamento para Técnicos das Administrações Municipais pelas Universidades e Centros Técnicos Federais com o TerraSIG e GeoSNIC.
Todo o material de apoio bem como os programas e manuais podem ser baixados gratuitamente no site do Ministério das Cidades:
http://www.cidades.gov.br/capacitacao-1/proext/snic-material-de-apoio-as-universidades
http://www.cgp.igc.ufmg.br/projetos/MC-sig/html/APOSTILAS.htm (vídeo aulas, apresentações e banco de dados de teinamento).


original em http://geosaber.blogspot.com/2009/04/terrasig-o-desktop-gis-do-ministerio.html

Terra View e Terra Sig softwares livres para o Planejamento de nossas Cidades

O Centro de Estudos da Metrópole, em parceria com a Divisão de Processamento de imagens do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (DPI-INPE), e dentro do escopo do Programa Espaço e Sociedade, uma iniciativa do INPE para aproximar as inovações derivadas do Programa Espacial Brasileiro às necessidades de ferramentas para melhor informar o desenho de políticas públicas no país, disponibiliza aqui o software de geoprocessamento TerraView - Política Social.

Fazendo parte da família do software TerraView, desenvolvida pelo INPE, o presente aplicativo foi customizado, em um arranjo institucional arrojado envolvendo o INPE, o CEM e a iniciativa privada, através de uma empresa contratada para o desenvolvimento do produto a partir de software livre, tendo por objetivo dar suporte a usuários não especialistas voltados, principalmente, para a área de políticas sociais, como educação, saúde, transferência de renda e habitação.

O software livre TerraView é um aplicativo construído a partir da biblioteca de geoprocessamento TerraLib para visualização e exploração de dados geográficos. Deste modo, o objetivo desta parceria é que pesquisadores, técnicos de administração municipal, alunos de graduação e pós-graduação, entre outros, possam usufruir de condições técnicas para produzir análises e interpretações espaciais a respeito da realidade social de nossas áreas urbanas.
Para mais informações, acesse o site da Divisão de Processamento de Imagens e do TerraView.

Para os interessados em aprofundar seus conhecimentos no software, o CEM oferece ainda o curso de Geoprocessamento para o Software TerraView - Política Social. Neste curso, os participantes terão uma visão geral do sistema, aprenderão a usar as ferramentas básicas, estarão habilitados a explorar as bases de dados e a gerar mapas e gráficos. Saiba mais sobre o curso clicando aqui.

Links para download:

Software TerraView - Política Social (Arquivo em formato zip, com 25,5 Mb)

Manual de Navegação (Arquivo em formato pdf, com 8,8Mb)

Bases de Dados (Arquivo em formato rar, com 11,4 Mb)



Original http://www.centrodametropole.org.br/t_transf_terraview.html

sexta-feira, 15 de maio de 2009

IAB OURO PRETO

O Instituto dos Arquitetos do Brasil - Núcleo Ouro Preto, IAB-OP, foi fundado no ultimo dia 07 de maio no intuito de congregar os arquitetos da cidade de Ouro Preto e Região.
O IAB foi criado pela necessidade de referencia representativa aos profissionais de Arquitetura e Urbanismo na luta pela valorização profissional, por políticas urbanas coerentes na busca de cidade sustentáveis e pela ética nas relações profissionais.
De 1921 até a presente data o IAB está presente na melhoria da qualidade de vida de nossas cidades: na luta pela Reforma Urbana, na aprovação da Lei do Estatuto da Cidade, na aprovação da Lei da Arquitetura e Engenharia Pública, na elaboração de Planos Diretores Participativos e pela criação de Políticas Urbanas que revertam os atuais quadros alarmantes de crescimento desordenado e falta de condições mínimas de moradia de nossas cidades.
O núcleo do IAB-OP é constituído por profissionais que trabalham em instituições de ensino e da administração pública: UFOP, PMOP, IFMG e FAOP.
O Núcleo atuará de forma não tendenciosa e independente politicamente, através de ações com os movimentos sociais, com empresas e com o poder público com o compromisso do desenvolvimento da cidade e da região de forma equilibrada e sustentada em práticas transparentes e participativas.
Contatos
Arqº Anderson Agostinho
Presidente IAB-OP

iab.mg.op@gmail.com

IAB-OURO PRETO


quinta-feira, 26 de março de 2009

Engenharia e Arquitetura Pública em Ouro Preto



Projeto de Engenharia Pública da Ufop é apresentado aos vereadores
http://www.cmop.mg.gov.br/projeto/index.php?option=com_content&task=view&id=83&Itemid=2


Na última terça-feira, 3, o engenheiro civil Eduardo Ferreira apresentou à Câmara o projeto de Engenharia Pública desenvolvido pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). O objetivo do projeto é oferecer assistência técnica à população ouropretana de baixa renda em questões relacionadas à construção civil.

A Engenharia Pública é apoiada pelo Núcleo de Pesquisas da Escola de Minas (Nupem) e pela Fundação Gorceix. “A ocupação errada das encostas acontece porque a população de baixa renda não conta com a assessoria técnica de profissionais. Nossa proposta é prestar assistência gratuita a essas pessoas”, explicou Eduardo Ferreira, que é pós- graduando em Geotecnia na Ufop. “Faremos a avaliação técnica, laudos, plantas e projetos e, assim que a pessoa tiver condições de iniciar a construção, acompanharemos as obras”, explicou.Para o vereador Júlio Pimenta, a Engenharia Pública é um projeto que merece todo o apoio do Legislativo ouropretano. “Precisamos incentivar esse projeto para que a comunidade tenha acesso a mais um serviço gratuito e de qualidade entro do município. Parabenizamos a Ufop por esse projeto, que favorece o intercâmbio entre a Universidade e a população ouropretana”, declarou Pimenta, que convidou Eduardo Ferreira para ir à Câmara. “ “O projeto vai atuar num ponto fundamental, permitindo que a população faça obras regulares, bem feitas e em áreas apropriadas”, concluiu.
Publicado por: Assessoria de Comunicação em 09/04/2007

O outro lado da moeda..




Meu amigo o Eng. Eduardo até tentou, mas sem o apoio politico e institucional e o cruzamento com outros programas da Prefeitura suas intenções não obtiveram o êxito esperado. Passado exatos dois anos nada aconteceu devido a complexidade do problema e o retorno mínimo nas urnas.



Arquitetura e Engenharia Pública agora é Lei Federal 11888/08


O projeto de Lei sancionado pelo Presidente Lula no Dia 24 de Dezembro de 2008 é mais um marco da luta pela reforma urbana no Brasil.

Para implementação dos artigos 182 e 183 da constituição federal e a aplicação da lei 10257/00, o Estatuto da Cidade, a nova Lei prevê o atendimento universal de Arquitetura e Engenharia aos cidadãos com ganho econômico de até 3 salários mínimos. Cabendo a obrigatoriedade por parte dos executivos municipais para a implantação de assessoria técnica a parcelas da população que nunca antes foi alvo de ações dessa natureza.

Aguardaremos as cenas dos próximos capítulos..

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

OURO PRETO PODE PERDER TÍTULO DE PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE


"A primeira cidade brasileira a receber o título de patrimônio histórico da humanidade pode ser, também, a primeira a perdê-lo. A falta de planejamento e a ocupação desordenada podem levar a Unesco a cassar esse título de cidades brasileiras, e Ouro Preto, a 95 quilômetros de Belo Horizonte (MG), pode ser a primeira da lista.

O alerta foi feito durante o seminário "Estatuto da Cidade e Patrimônio Cultural Urbano: um ensaio a partir de sítios históricos brasileiros patrimônio histórico mundial", que encerrou no início de agosto e deixou os participantes preocupados com a situação. Os técnicos do setor de cultura e representantes de cidades inscritas como patrimônio mundial na Unesco decidiram elaborar uma carta de recomendações para Ouro Preto e enviá-la à prefeita Marisa Xavier (PDT), já que a situação do patrimônio histórico foi considerada "excepcionalmente grave", comparando-se a outros municípios tombados.

Os técnicos da Unesco estão preocupados com a ocupação desordenada, ocasionada pela ausência de políticas de controle das invasões, o aparecimento de obras irregulares e a situação do trânsito que ameaça igrejas e o casario do século XVIII. A falta de planejamentos, contatados por especialistas, é o problema encontrado em Ouro Preto, questão que aflige também os outros oito municípios brasileiros que têm a inscrição internacional. E o problema se agrava por falta de equipes suficientes e devidamente treinadas para a fiscalização das construções.

O superintendente regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Minas Gerais, Sebastião Abrahão, afirma que o plano diretor de Ouro Preto vem sendo ignorado pelas duas últimas administrações.

A prefeita Marisa Xavier (PDT) disse, em entrevista ao ESTADO DE MINAS, que foi surpreendida com a informação de que o quadro urbanístico da cidade é preocupante. Para ela, Ouro Preto é a cidade barroca mais bem conservada das Américas. "Não temo a perda do título. Só temos recebido elogios do Iphan e da Unesco", diz. Marisa discorda da avaliação sobre o município, afirmando que nenhuma administração adotou tantas medidas para a preservação, mas admite que é impossível resolver em um ano e meio os problemas sérios, que são questões que se agravaram ao longo dos anos.

O Ministério Público considera que os impactos sofridos pelo tráfego de veículos pesados nas ruas históricas podem causar inúmeros danos ao patrimônio. O promotor Luiz Henrique Manoel da Costa avaliou que se os veículos com o peso acima de sete toneladas, maiores do que um microônibus, continuarem transitando por essas vias, casas do século XVIII podem desmoronar. Uma ação civil pública propõe o fechamento do centro histórico. Com isso, somente automóveis leves poderiam passar enquanto o estudo sobre os impactos não estiver pronto. "

Extraído do sítio www.comunique-se.com.br a 14/03/2007 (Texto publicado em 14/08/2002)

Urbarquitetura

  • termo que se refere ao pensamento da coisa urbana, da distribuição racional, intencional, com tecnica sobre o território.