quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Transporte Publico Privado em Ouro Preto






















O aumento da passagem de Ônibus na cidade ressuscita varias assombrações que apavoram a população;

A Cuca das empresas de ônibus:
  1. sem planejamento: com seus ônibus em fila(todos vão para o mesmo lugar!!!),
  2. horas de espera entre nada e lugar nenhum: o monopólio das empresas sobre quase todos as linhas,
  3. poluição visual: cada pintura é mais feia que a outra nos veículos;
  4. rotas inteligentes, linhas dinâmicas e;
O Navio-fantasma da política;
  1. pontos de ônibus? apenas placas!
  2. permissividade com a precariedade
  3. ausência de órgão específico do transporte público
  4. letargia no desenvolvimento de uma política realista de ação sobre o transporte público particular no município
O Saci da mídia atuante no município;
  1. muito blá-blá-blá e conversa fiada
  2. desconhecimento das minúcias do assunto
  3. reacionária e omissa aceita algo que indiretamente pode render frutos
  4. quem mais perde é sempre o povo, de R$1,40 para R$1,70, estamos já em R$1,90... e os problemas continuam! até quando?

sábado, 29 de agosto de 2009

Ouro Preto 2050

Como será a cidade de Ouro Preto? Como ela poderá crescer? Como gerir o caos urbano? Ao conhecer a cidade de Ouro Preto, vi o que a ausencia de planejamento do seu território nos ultimos 30 anos, periodo em que a população dobrou, provocou: o crescimento desordenado, a favelização, a precariedade e a mutilação do patrimonio cultural local. Passivo político-social que deve ser resolvido.
O questionar a atual situação e a previsão dos caminhos futuros foi e é uma discussão acalourada entre Arquitetos e Engenheiros que pensam a cidade em longas noites nessas ladeiras.
Varias idéias já estão publicadas e agora junto a colaboração de colegas e amigos e tantos outros que já pensaram, trabalharam, conseguiram ou não melhorar essa cidade.
Pensar em 2050 é pensar hoje! A cidade está feito de angu de caroço. Presa sob os morros é refem da inercia do poder público e a necessidade anônima dos seus crescentes habitantes.
Organizar? Reutilizar? Conversar? Ver? Tudo isso e mais um pouco.. segue o resultado de nossas conversas:



Serra de Ouro Preto - Mariana (Serra do Veloso, São Francisco, São Sebastião, Queimada, São João, Taquaral, Passagem, Gogo, Santo Antonio);
Levantamento histórico, arqueológico e contextualização com o todo urbano, levantamento espeleológico do complexo minerador da serra, Questão fundiária e pressão sob o meio natural e patrimônio cultural, estudo socioeconômico da população, estudo tipológico das ocupações, escolha de padrão tipológico a ser adotado, projeto de equipamentos urbanos, Praças, Equipamentos comunitários e serviços urbanos, estudo da cota altimétrica máxima, possibilidades econômicas e turísticas.

Melhoria viária e de acessibilidade do Distrito Sede;

O Anel Viário, o conjunto de Vias existentes e projetadas (Vias Perimetrais e Vias Radiais), pontes e melhorias viárias com o objetivo de organizar o fluxo de veículos e proporcionar o deslocamento entre os extremos da cidade sem a necessidade de passar pelo Centro. Estruturando a circulação de veículos, veículos pesados e ônibus. As novas vias projetadas destinadas à integração dos diversos bairros que compõe a cidade, permitirão o rápido deslocamento entre os mesmos, junto às quais deverão ser localizados futuros modais do sistema de circulação, como ciclovias, calçadões e Terminal de Integração do transporte coletivo.

Perimetrais:
Norte interligando a serra de Ouro Preto pela cumeada Jacuba - São Sebastião - São João – Taquaral (nova);
Oeste interligando o Passa Dez - Nsra. Lourdes – Saramenha (Ponte sobre o funil e duplicação da Avenida Lima Jr.);
Leste interligando o Taquaral – Santa Cruz – Pocinho, duplicação da XV de Agosto trevo na Farmacêutico Duilio Passos e ponte sobre o ribeirão Funil com ligação com a Rua Desidério de Matos e sobre o ribeirão do Carmo;
Sul interligando Jacuba – Passa dez – Saramenha – Pocinho (BR-356).
Radiais:
Via Barra – Lagoa – Pocinho(nova), paralela a Ladeira do Gambá com trevo de ligação com a Perimetral Leste;
Ponte Lagoa – Santa Cruz(nova);
Via Taquaral – Santana(nova)

Dinamização e fluidez do trafego
Rotatória ao lado do Solar das Lajes

Acessibilidade e mobilidade Urbana
Guarda Corpo em todas as escadarias e escadões

Planos inclinados de transporte público
Vila Aparecida: Rua Glaura
Alto da Cruz - Santana: XV de Agosto
Queimada: Airton Senna até XV de Agosto
Piedade: Ladeira da Piedade

Melhoria viária e de acessibilidade dos Distritos;
Asfaltamento da Via entre Santo Antonio do Leite e Miguel Burnier.
Anel Rodoviário Cachoeira do Campo (por trás do Vista Alegre até o trevo de Santo Antonio do Leite) para o desvio do trafego pesado de caminhões do Centro de Cachoeira.
Via direta calçada para Antonio Pereira pela Via do Campo Grande de Vila Rica.
Via direta calçada para Lavras Novas
Via direta calçada para São Bartolomeu pela Via do Alto do Beleza

Contenção do crescimento desordenado;
Georreferenciamento, cercamento das áreas de interesse e “congelamento” edilício. Controle sobre os marcos e as cotas máximas de ocupação, cadastro de todas as famílias envolvidas em invasões, ações correlatas entre os órgãos afinas da prefeitura para o monitoramento efetivo.

Iluminação Pública, Energia e Dados;
Cabeamento subterrâneo do caminho tronco, entorno imediato e Núcleos dos Distritos, Shafts urbanos de inspeção.

Mobiliário urbano e sinalização;
Concebido a custo zero, publicidade paga o equipamento, materiais e formas mais econômicas e de fácil manutenção.

Ainda sobra:
Água contaminada por elementos-traço em toda a Serra de Ouro Preto
Insalubridade das edificações
Falta de áreas de lazer
Falta de áreas arborizadas
Transporte público deficitário no distrito Sede
Transporte público praticamente Nulo em alguns Distritos (uma linha por dia)
Uma lista de problemas, um dever de casa que acumula a cada dia, e quem paga a conta?


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Rede de Cooperação Técnica


Ao se falar de Urbanismo, termo abstrato que na realidade não pode ser resumido em apenas uma ciencia e sim num complexo, se fala em trabalho colaborativo já que necessitamos de trocas de idéias, de experiencias, de pontos de vista essenciais ao urbano. Organizar uma rede é colocar uns em contato com outros.
O desafio está lançado

quinta-feira, 25 de junho de 2009

TerraSIG o Sistema de Informações Geográficas do Ministério das Cidades

O TerraSIG é um aplicativo desenvolvido em cima do TerraView 3.3.0 (com a bilbioteca TerraLib) e tem a capacidade extendida para criação (PI) e edição de vetores e processamento de imagens. Junto com o GeoSNIC (servidor de mapas via web - WMS) faz parte do programa do Sistema Nacional de Informações das Cidades - SNIC do Ministério da Cidades.
O PROEXT MEC/CIDADES abrange projetos de extensão universitária, com ênfase na capacitação de agentes públicos e sociais e no desenvolvimento de ações de apoio ao setor público municipal e estadual que visem ao desenvolvimento institucional e à implementação de sistemas de informações que permitam a elaboração de planos e projetos de desenvolvimento urbano, conforme as disposições do Estatuto da Cidade e na perspectiva da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano.
Projeto do Proext: Capacitação em Geoprocessamento para Técnicos das Administrações Municipais pelas Universidades e Centros Técnicos Federais com o TerraSIG e GeoSNIC.
Todo o material de apoio bem como os programas e manuais podem ser baixados gratuitamente no site do Ministério das Cidades:
http://www.cidades.gov.br/capacitacao-1/proext/snic-material-de-apoio-as-universidades
http://www.cgp.igc.ufmg.br/projetos/MC-sig/html/APOSTILAS.htm (vídeo aulas, apresentações e banco de dados de teinamento).


original em http://geosaber.blogspot.com/2009/04/terrasig-o-desktop-gis-do-ministerio.html

Terra View e Terra Sig softwares livres para o Planejamento de nossas Cidades

O Centro de Estudos da Metrópole, em parceria com a Divisão de Processamento de imagens do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (DPI-INPE), e dentro do escopo do Programa Espaço e Sociedade, uma iniciativa do INPE para aproximar as inovações derivadas do Programa Espacial Brasileiro às necessidades de ferramentas para melhor informar o desenho de políticas públicas no país, disponibiliza aqui o software de geoprocessamento TerraView - Política Social.

Fazendo parte da família do software TerraView, desenvolvida pelo INPE, o presente aplicativo foi customizado, em um arranjo institucional arrojado envolvendo o INPE, o CEM e a iniciativa privada, através de uma empresa contratada para o desenvolvimento do produto a partir de software livre, tendo por objetivo dar suporte a usuários não especialistas voltados, principalmente, para a área de políticas sociais, como educação, saúde, transferência de renda e habitação.

O software livre TerraView é um aplicativo construído a partir da biblioteca de geoprocessamento TerraLib para visualização e exploração de dados geográficos. Deste modo, o objetivo desta parceria é que pesquisadores, técnicos de administração municipal, alunos de graduação e pós-graduação, entre outros, possam usufruir de condições técnicas para produzir análises e interpretações espaciais a respeito da realidade social de nossas áreas urbanas.
Para mais informações, acesse o site da Divisão de Processamento de Imagens e do TerraView.

Para os interessados em aprofundar seus conhecimentos no software, o CEM oferece ainda o curso de Geoprocessamento para o Software TerraView - Política Social. Neste curso, os participantes terão uma visão geral do sistema, aprenderão a usar as ferramentas básicas, estarão habilitados a explorar as bases de dados e a gerar mapas e gráficos. Saiba mais sobre o curso clicando aqui.

Links para download:

Software TerraView - Política Social (Arquivo em formato zip, com 25,5 Mb)

Manual de Navegação (Arquivo em formato pdf, com 8,8Mb)

Bases de Dados (Arquivo em formato rar, com 11,4 Mb)



Original http://www.centrodametropole.org.br/t_transf_terraview.html

sexta-feira, 15 de maio de 2009

IAB OURO PRETO

O Instituto dos Arquitetos do Brasil - Núcleo Ouro Preto, IAB-OP, foi fundado no ultimo dia 07 de maio no intuito de congregar os arquitetos da cidade de Ouro Preto e Região.
O IAB foi criado pela necessidade de referencia representativa aos profissionais de Arquitetura e Urbanismo na luta pela valorização profissional, por políticas urbanas coerentes na busca de cidade sustentáveis e pela ética nas relações profissionais.
De 1921 até a presente data o IAB está presente na melhoria da qualidade de vida de nossas cidades: na luta pela Reforma Urbana, na aprovação da Lei do Estatuto da Cidade, na aprovação da Lei da Arquitetura e Engenharia Pública, na elaboração de Planos Diretores Participativos e pela criação de Políticas Urbanas que revertam os atuais quadros alarmantes de crescimento desordenado e falta de condições mínimas de moradia de nossas cidades.
O núcleo do IAB-OP é constituído por profissionais que trabalham em instituições de ensino e da administração pública: UFOP, PMOP, IFMG e FAOP.
O Núcleo atuará de forma não tendenciosa e independente politicamente, através de ações com os movimentos sociais, com empresas e com o poder público com o compromisso do desenvolvimento da cidade e da região de forma equilibrada e sustentada em práticas transparentes e participativas.
Contatos
Arqº Anderson Agostinho
Presidente IAB-OP

iab.mg.op@gmail.com

IAB-OURO PRETO


Urbarquitetura

  • termo que se refere ao pensamento da coisa urbana, da distribuição racional, intencional, com tecnica sobre o território.